Recebemos no dia 29 de março de 2025, no instituto Ruth Guimarães, uma turminha de 35 crianças, entre 10 e 12 anos, ou seja: do 6o e do 7o anos, com a coordenadoria da professora Cynthia Oliveira e o professor André Leal e Osvaldo Almeida. Crianças inteligentes, curiosas e interessadas, com perguntas muito pertinentes, elaboradas em sala de aula, antes da visita. As crianças vieram a pé da escola Severino Moreira Barbosa, e se comportaram muito bem! Com a energia natural da idade, mas quiseram saber qual foi o legado cultural de Ruth Guimarães, que conselho ela deu a seus filhos, qual a tradição cultural da família, porquê o instituto Ruth Guimarães foi criado, o que a levou a escrever, quantos filhos ainda estão vivos, e muitas outras coisas. Os professores também estavam curiosos e intervieram juntamente com a criançada. A professora Cynthia é historiadora, e no momento cuida da sala de leitura, que leva o nome da escritora Ruth Guimarães. Ela se perguntou como os alunos poderiam não conhecer a escritora, e os trouxe no objetivo de uma eletiva que se chama “Memórias, Histórias e Segredos de Cachoeira Paulista”. O Instituto Ruth Guimarães fez doação de livros para a sala de leitura da escola, para que os alunos conheçam um pouco mais de nossas histórias.
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Lembranças do Instagram
Ruth Guimarães homenageada em Piracicaba (2011)
Com Antonio de Paula Júnior, na entrega de prêmios do Concurso Literário Escriba de Contos, promovido pela Biblioteca Municipal Ricardo Ferraz de Arruda Pinto, de Piracicaba, em 2011. Joaquim Maria Botelho foi membro do júri e a organização homenageou Ruth Guimarães no evento.

Ruth Guimarães, Antonio de Paula Júnior e Joaquim Maria Botelho
Lorena inaugura a primeira Biblioteca Ruth Guimarães no Vale do Paraíba
Nesta sexta-feira (14), a Prefeitura de Lorena, juntamente com a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social e da Casa SP Afro Brasil “Vereadora Odila da Conceição Silva”, vai inaugurar a primeira Biblioteca Ruth Guimarães no Vale do Paraíba. A cerimônia será às 16h, no salão da Casa Afro (Rua Dr. Alcydes da Costa Vidigal, s/n, Nova Lorena – ao lado do Centro Social Urbano).
Estamos homenageando uma das escritoras mais influentes da literatura brasileira e, também, fortalecendo o acesso à cultura e ao conhecimento na região.
Ruth Guimarães Botelho foi poetisa, cronista, romancista, contista e tradutora. Primeira escritora brasileira negra que conseguiu se projetar nacionalmente desde o lançamento do seu primeiro livro, o romance Água Funda, em 1946. Destacou-se por sua escrita sensível e pela forma como abordou os temas : identidade, luta por direitos e valorização da cultura popular.
Venha para a biblioteca debater, trocar experiências, vamos formar leitores críticos fazendo encontros, discutindo, dialogando com Ruth Guimarães e todos os outros autores de nossa nova biblioteca.
Evento: Inauguração da Biblioteca Ruth Guimarães
Data: Sexta-feira, 14 de março
Horário: às 16h
Local: Casa SP Afro Brasil “Vereadora Odila da Conceição Silva” (Rua Dr. Alcydes da Costa Vidigal, s/n, Nova Lorena – ao lado do Centro Social Urbano).
Concurso de fotografia – Zizinho Botelho – 5ª Edição
RAZÕES PARA PARTICIPAR DE UM CONCURSO DE FOTOGRAFIA
1 Participar de uma competição é divertido
Esta é provavelmente a primeira coisa que você deve ter em mente ao participar de um concurso de fotografia: é, acima de tudo, um jogo. Um concurso de fotografia é uma oportunidade de se divertir e praticar sua paixão.
O júri vê muitas fotos, é importante se destacar. Ouse tirar fotos originais em termos de seu assunto ou sua abordagem estética. Não se limite a estereótipos e corra riscos. Envie fotos sinceras que sejam importantes para você: é isso que as tornará únicas e, portanto, interessantes para o júri e o público.
2 Crie fotos mais bonitas
Participar de um concurso vai te incentivar a ser mais criativo. O júri recebe muitas fotos que parecem iguais, se a sua for fora do comum, ela chamará a atenção dele. Obrigatoriamente.
Surpreenda-o!
3 Participar de um concurso de fotografia é uma oportunidade de sair da sua zona de conforto e experimentar novas abordagens. Explore novos tópicos, tente se destacar com um estilo pessoal.
3 Os primeiros prêmios vão te inspirar : vá e veja em quantos concursos você puder quais foram as fotos vencedoras. Isso ajudará você a adquirir uma cultura da fotografia atual, a ver quais são as tendências e modas. Segui-los ou, pelo contrário, se destacar deles, isso depende de você. Além de inspirar você, educa seu olhar e lhe dá ideias para direcionar sua câmera para novos temas.
4 Participar de um concurso de fotografia exigirá inevitavelmente muito trabalho na seleção de suas imagens: isso se chama edição. É um passo à parte no processo criativo. Muitas vezes é um pouco tedioso e, portanto, negligenciado por muitos de nós (erroneamente…). Além disso, nem sempre é fácil ser objetivo com suas próprias fotos. Ao se colocar no contexto de participação em um concurso de fotografia, você terá que olhar para suas imagens enquanto tenta pegar emprestado o olhar de um membro do júri e se colocar na mente dos espectadores, que muitas vezes votam em um prêmio público. Isso forçará você a fazer uma análise profunda de suas imagens e a se fazer as perguntas certas para saber onde você está em sua progressão. O exercício é mais difícil do que parece. É muito educativo e ajudará você a esclarecer sua intenção fotográfica.
Preparado? Então pegue sua câmera ou seu celular e junte-se aos candidatos do Concurso de fotografia Zizinho Botelho, 5ª edição, promovido pelo instituto Ruth Guimarães. Edital no link : https://institutoruthguimaraes.org.br/site/wp-content/uploads/2025/02/5-EDITAL-CONCURSO-DE-FOTOGRAFIA-INFANTO-JUVENIL-ZIZINHO-BOTELHO-5a-EDICAO.docx
CONCURSO DE LEITURA EM VOZ ALTA DO INSTITUTO RUTH GUIMARÃES
Por que ler em voz alta?
• Para o leitor, ler em voz alta:
– promove a pronúncia e ajuda a enriquecer o vocabulário do aluno, permitindo que ele descubra uma palavra e sua pronúncia.
– permite que esteja ciente da pontuação, mas também permite que faça as pausas apropriadas e, assim, evite uma interpretação errônea de um diálogo ou de uma história. – pode ajudar a memorizar melhor um texto e seu conteúdo a longo prazo e, portanto, promove um aprendizado mais simples e/ou rápido.
– é ter a oportunidade de trabalhar sua compreensão escrita e produção oral fora da sala de aula. É aprender e progredir sem necessariamente perceber.
– permite desempenhar um papel e identificar-se com os personagens: ao ler em voz alta modificamos nossa voz, modulamos nossa entonação para distinguir cada personagem e assim tornar a história mais viva, como em um filme.
– é uma atividade que ajuda a superar medos e desenvolver autoconfiança. Ler para si mesmo é fácil, mas ler para os outros às vezes é mais complexo. Devemos ousar falar alto e claro. Após treinamento regular, você se sente mais confortável, mais confiante e falar diante de uma plateia não parece mais um obstáculo.
* Para o ouvinte, ler em voz alta:
– exercita a imaginação e a criatividade: ouvir histórias permite visualizar cenários.
– é uma boa maneira de desenvolver a atenção e a concentração de quem ouve.
– permite a comunicação com o leitor. Este último se comunica com o público durante a leitura, por exemplo, por meio de contato visual. Ele lhe transmite uma história, um contexto, sentimentos. Ambas as partes têm, portanto, a oportunidade de interagir durante, mas também após a leitura, caso haja dúvidas, comentários sobre o texto.
E, participando do concurso, além de tudo isso, você pode ganhar prêmios! Venha participar! As regras estão em nosso edital (clique aqui)
PROJETO LITERATURA VIVA: ESCRITORAS BRASILEIRAS
Dia 21/02, às 19h, na sede do Jornal Tribuna do Norte (Rua Francisco Glicério, 35, Jardim Boa Vista, Pinda) ocorreu o 1º encontro do projeto “Literatura Viva: Escritoras Brasileiras”. A primeira escritora do projeto foi Ruth Guimarães.
O encontro teve convidadas especialíssimas: Juraci de Faria Condé, professora, escritora e historiadora, e Júnia Botelho, escritora, tradutora e filha de Ruth Guimarães!
Em parceria com o Clube de Leitura “Fala Mulher”, o encontro foi mediado por Angelita Claudino e contou com a também historiadora e atriz Andréia Moreira, que trabalhou com Ruth Guimarães no teatro.
O encontro tevr leitura de textos, informações históricas e bate-papo sobre a vida e literatura da escritora nascida em Cachoeira Paulista.
O projeto é produzido pela Casa Cinematográfica, com apoio do I.A.C.A.M. – Instituto Artístico e Cultural Arte Mais e contemplado pelo FMAPC (Fundo de Apoio às Políticas Culturais) de Pindamonhangaba.
https://www.instagram.com/p/DGTUZkiJSKs/?igsh=MzVsNTh0MDYxYzdq
O instituto Ruth Guimarães presente na Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq)
A inclusão social e a diversidade na Educação é um desafio do mundo atual. A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) tem o objetivo de implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola. Hoje, 22 de janeiro de 2025, Aparecida recebeu no auditório Cláudio Anísio representantes das secretarias de educação e cultura de várias cidades do Vale do Paraíba, e Ruth Guimarães foi interpretada por Mara Céli, artista e representante do Instituto Baobá, com maestria. Gostaremos de ver novas reuniões, onde o público sera formado não somente por gestores e professores, mas também por funcionários e alunos, em uma festa única, quando todos estarão conscientes da importância desta Lei. São metas da Pneerq:
Estruturar um sistema de metas e monitoramento e assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996;
Formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para as relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ);
Induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados;
Reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas;
Contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira;
Consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola, conforme a Resolução nº 8, de 20 de novembro de 2012, do Conselho Nacional de Educação (CNE); e
Implementar protocolos de prevenção e resposta ao racismo nas escolas e nas instituições de educação superior (públicas e privadas). (informações baseadas no site https://ainpgp.org/wp-content/uploads/2023/03/INCLUSION-SOCIALE-ET-DIVERSITE-DANS-LEDUCATION-1.pdf)
REUNIÃO NO INSTITUTO RUTH GUIMARÃES PARA ESTABELECER A SEMANA MUNDIAL DO BRINCAR
Este ano de 2025 a semana mundial do brincar – mais informações aqui – que tem como tema proteger o encantamento da infância. Nós, do instituto Ruth Guimarães, estamos fazendo o planejamento para viabilizar o projeto para maio, data já fixada pela Aliança pela Infância, em parceria com o Trilhas do brincar (https://www.facebook.com/trilhasdobrincar). As crianças são profissionais em maravilhar-se. O mar visto pela primeira vez, os brinquedos do Papai Noel perto da árvore na manhã de natal, um elefante visto no circo ou um porco na lama, ou simplesmente um lindo monte de pedras são a ocasião de olhos que brilham e bocas que permanecem abertas.
O mundo das crianças é cheio de encantos. Sua capacidade de surpreender, sua abertura ao inesperado estão intactas.
O espanto deles surge de uma ruptura com o óbvio. O continente de repente se abre para águas até onde a vista alcança. O jardim ficou completamente branco numa linda manhã e elas nem sabem o que significa a palavra geada. De repente, a árvore de natal fica cheia de presentes. Animais fabulosos aparecem na vida cotidiana. Essa quebra do óbvio subjuga a mente das crianças. Eles vão de descoberta em descoberta, de encantamento em encantamento, num mundo onde as explicações são escassas ou inacreditáveis. Neste mundo há magia, milagres, seres fabulosos. A realidade cotidiana das crianças regularmente se abre para o mundo dos contos de fadas. O pensamento infantil é permeável a ela. Sua mentalidade é receptiva ao imaginário, ao maravilhoso.
Vamos receber essas crianças e ouvir delas os pequenos milagres. Porque o verdadeiro milagre é que todas as manhãs o mundo é oferecido aos nossos olhos, a todos os nossos sentidos, ou, para usar as palavras de Heráclito, que “o sol se renova a cada manhã”.
Exposição em Lorena destaca pioneira da literatura afro-brasileira
Para celebrar a contribuição significativa de Ruth Guimarães Botelho à literatura e à cultura afro-brasileira, a Casa SP Afro Brasil
Para celebrar a contribuição significativa de Ruth Guimarães Botelho à literatura e à cultura afro-brasileira, a Casa SP Afro Brasil “Vereadora Odila
da Conceição Silva”, em Lorena, prepara uma exposição dedicada à escritora. A mostra, que reúne obras representativas da romancista, foi aberta ao público, de forma gratuita, nesta sexta-feira (17).
Reconhecida como a primeira escritora brasileira negra a ganhar projeção nacional, Ruth nasceu em Cachoeira Paulista, em 1920. Poeta, romancista, contista, cronista, jornalista, tradutora e professora, ganhou visibilidade com o lançamento de seu primeiro livro em 1946, “Água Funda”, que aborda a transição entre o fim da escravidão e o início do século 20. “Sua obra aborda questões sobre identidade, resistência e a experiência negra no Brasil, o que a torna uma figura essencial a ser homenageada.
Essa homenagem não apenas celebra sua vida e legado, mas também inspira novas gerações a valorizar a diversidade cultural e a história afro-brasileira”, contou o coordenador da Casa SP Afro Brasil de Lorena, Denilson Costa.
Inaugurada pelo Governo do Estado em parceria com a Prefeitura de Lorena em julho do ano passado, a Casa SP Afro Brasil tem como objetivo
promover a igualdade racial, além de funcionar como um espaço de preservação e divulgação da história, tradições e contribuições da população
negra. Segundo Costa, o local já possui um planejamento anual de eventos.
“Realizamos eventos, exposições e atividades educativas que fomentam o diálogo e a reflexão sobre questões raciais e sociais. Os próximos destaques incluem a continuidade da exposição e eventos temáticos relacionados aos povos originários, Dia da Consciência Negra, e sobre a necessidade em fazer valer as leis nº 10.639 e nº 11.645 na educação”, .
A mostra “Ruth Guimarães: a voz do povo invisível na literatura” deve contar com as principais obras literárias, manuscritos, cartas e documentos
pessoais da romancista, além de itens raros e inéditos. O filho da autora, escritor e jornalista Joaquim Maria Botelho, fez uma palestra na abertura do
evento abordando temas como igualdade racial e representatividade negra.
A exposição estará disponível até a terça-feira (21), na Casa SP Afro Brasil, na rua Dr. Alcydes da Costa Vidigal, s/n, no bairro Nova Lorena.
No sábado (18) e domingo (19), a visitação será das 9h às 11. Nos últimos dias, 20 e 21 de janeiro, o público poderá conferir a mostra das 9h às 11h e das 13h às 19h. “Esperamos que o público leve uma reflexão profunda sobre a importância da diversidade cultural, a valorização da literatura afro-brasileira e a consciência sobre as lutas históricas e contemporâneas do povo negro no Brasil. Que essa experiência inspire um compromisso com a igualdade e a justiça social”, finalizou o coordenador do espaço.
Texto originalmenre publicado por Rafaela Dias no Jornal Atos. nº 4.750
Casa SP Afro Brasil de Lorena recebe exposição de obras da escritora Ruth Guimarães
Entre 17 e 21 de janeiro, a Casa SP Afro Brasil de Lorena recebe a exposição “Ruth Guimarães: a voz do povo invisível na literatura”. A mostra reúne diversas obras dessa grande escritora brasileira negra e é uma celebração ao seu pioneirismo e protagonismo na literatura nacional.
A abertura será no dia 17, com a presença de seu filho, Joaquim Maria Botelho, que fará uma palestra a partir das 19h. Jornalista, ensaísta e tradutor, Joaquim é autor de 12 livros e o atual vice-presidente do Instituto de Estudos Valeparaibanos (IEV) e conselheiro do Instituto Ruth Guimarães.
Confira abaixo os horários de visitação:
• 17/01 – Abertura às 19h, com a palestra de Joaquim Maria Botelho;
• 18 e 19/01 – Das 9h às 11h;
• 20 e 21/01 – Das 9h às 11h e das 13h às 17h.
Natural de Cachoeira Paulista, Ruth Guimarães Botelho foi uma poetisa, cronista, romancista, contista e tradutora. Foi a primeira escritora brasileira negra a ser reconhecida nacionalmente com o lançamento de seu primeiro livro, o romance “Água Funda” (1946).
Participe! Venha ver e rever as obras dessa tão importante escritora da nossa região!
Mostra “Ruth Guimarães: a voz do povo invisível na literatura”
Data: de 17 a 21 de janeiro de 2025 (vide horários na descrição)
Local: Casa SP Afro Brasil “Vereadora Odila da Conceição Silva” (Rua Dr. Alcydes da Costa Vidigal, s/n, Nova Lorena – ao lado do CSU).